Doutrinação ideológica marxista nas escolas: o caminho para o poder infinito

19:32
Esse artigo faz parte da série "Declínio e Queda do Império da Mortadela", na qual reviso a falência do Partido dos Trabalhadores, das manifestações de 2013 ao impeachment de Dilma e prisão de Lula. O objetivo é contextualizar o conteúdo do blog durante a Era PT e demonstrar como o processo pelo qual passamos até hoje começou. Neste artigo em questão, o quarto da série, abordo a doutrinação marxista nas escolas durante o governo petista.

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Os mais altos filósofos da cátedra brasileira e latino-americana apoiavam o governo progressista do PT, correndo sempre para dar fundamentos argutos e explicações socio-científicas brilhantes para as afirmações alucinantes e ações beligerantes do imperador alcoolizado. A academia era a casta eclesiástica do petismo, e seu trabalho era, sobretudo, levar a boa nova.

Seguindo a orientação da liderança, os fiéis servos da aristocracia saíram em defesa da classe iluminada. Para demonstrar que o melhor caminho estava com eles, esbanjaram tolerância, simpatia e amor.

O método mortadélico para as universidades era simples: tirar do currículo qualquer versão que se oponha à marxista e utilizar as salas de aula como caixa de ressonância da propaganda oficial. Para subir de cargo nas universidades, era preciso demonstrar fidelidade ao partido governante. Os professores apenas liberavam bolsa para os aluninhos mais bem encaminhados na seita socialista. Assim, garantia-se que os próximos professores também fossem fiéis ao Imperador Lulão. Do mesmo modo, para passar em uma banca de final de curso, era preciso falar a linguagem marxista.

A garantia da continuidade não parava na formação dos professores. A classe eclesiástica da academia sabia que formaria novos profissionais para o mercado. A melhor solução era, então, preparar trabalhadores para levar a palavra em cada ambiente de trabalho. Aumentou-se o número de cursos superiores, e como mais alunos entravam, mais militantes saíam. Do mesmo modo, a cada ano o desempenho em índices de educação eram piores. Não importava: o foco não era saber português e matemática, mas saber militar por um mundo “mais justo”. Aí estava o segredo. Aí estava garantido o Império de mil anos.

Daí surgiram muitos estudantes que defendiam o PT, mesmo não sendo política e emocionalmente conectados com o socialismo. Os mais sinceros, diziam que ganharam bolsas, por isso tinham dívida com Lula. Outros afirmavam que o PT merecia reeleição porque fazia o pobre andar de avião e a filha da empregada falar inglês.

O fato é que o plano elaborado dera certo, e a educação brasileira estava destruída.

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